Tudo é uma questão de manter
A mente quieta,
A espinha ereta
E o coração tranqüilo
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Amor Consciente
"Gosto do amor consciente, aquele que se sabe os porquês. Diferente do amor cego, o amor consciente é movido por motivos consistentes. Aquele beijo que amacia a boca, o carinho que conforta, a companhia que agrada, a conversa que alegra... o tapinha motivador... enfim... saber a causa do amor, fortalece."
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
A culpa
A culpa é só a maneira que o seu ego encontrou para fazer você pensar que fez um progresso moral.
Comer, Amar, Rezar
pg. 192
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Desnecessário
"Poucas mulheres sabem me fazer desnecessário para que eu sempre as queira.
Fico desinteressado a qualquer amostra da necessidade delas por mim"
Josh Tramper
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Sweet Disposition
A moment, a love ,a dream, a loud, a kiss, a cry. Our rights, our wrongs.
The Temper Trap
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
A verdade dói
- É, mas é isso que não entendo. O que aconteceu?
- Eu só acordei um dia e soube.
- Soube o quê?
- O que eu nunca tive certeza com você.
500 Dias Com Ela
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Realidade
Penso que, tecnicamente, a "mulher dos meus sonhos" seria, provavelmente, cheia de curvas. Talvez um cabelo diferente. Sabem, talvez gostasse mais de esportes.
Mas, na verdade a Robyn é melhor do que a mulher dos meus sonhos.
Ela é real.
500 Dias Com Ela
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Meditação
Como Musashi na cachoeira: ao mesmo tempo que se curava da infecção, meditava para entender e superar a decepção.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Inspirational Love Speeches
Look, I guarantee there'll be tough times.
For a whole lot of reasons that don't make any sense to me.
Maybe not today, maybe not tomorrow, but soon, and for the rest of your life.
And we are gonna last is just to love.
Love is not a feeling, it's an ability.
I love you without knowing how... or when...or from where.
I love how she makes me feel. Like any thing's possible.
She's super smart, very passionate, um...and beautiful.
In my next life I want to comeback as this mole.
I think that's the only thing I've ever been really sure of in my entire life.
I think I'm in love with you.
Oh. I can't believe it. I'm in love.
I love you so much.
I love you straightforwardly, without complexities or pride.
Above all things, I believe in love.
Cause you like the coolest person I've ever met. And you don't even have to try. You're the only one for me.
You're the girl of my dreams.
Robyn's better than the girl of my dreams. You know why? Cause she's real.
Kiss me. Kiss me as if it were the last time.
Why not? Life is short,life is dull, life is full of pain,and this is a chance for something special.
Us men are so stupid. We don't understand anything about women. They act kind of strange. The little I know of them. Don't they?
Yeah.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Sincero
"Você só irá encontrar um relacionamento sincero quando descobrir a paz interior."
A Cartomante - Before Sunrise
A Cartomante - Before Sunrise
domingo, 17 de outubro de 2010
Mimetismo
sábado, 16 de outubro de 2010
Um Galã
"... ele transmitia ao mesmo tempo firmeza e segurança, e que tinha o dom de fazer as mulheres se sentirem, com ele, descontraídas e livres de obrigações. Ir para cama com ele não era nem ameaçador, nem desgastante, nem complicado - era algo sem exigências e eroticamente agradável."
Mikael Blomkvist por Erika Berger
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
O sabor do desconhecido
Era completamente inexperiente.
E querido, não sabia o que havia dado em você.
Eu só precisava saber como era lá fora, o jeito de verdade, não o que eu li.
Então saí porque precisava. Dormi com um desconhecido.
Acordei em camas de pessoas que nem o nome eu lembrava.
O fato é que ninguém me fez sentir o que sinto com você.
E tive que sair pelo mundo.
Para poder voltar e dizer que eu pertenço a você.
Jennifer, Couples Retreat
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
A Verdade
É engraçado que passamos pelo terapeuta e achamos alguns problemas.
Quer saber?
Nós não temos um problema.
Temos um milhão de problemas.
Mas todos têm um milhão de problemas.
Mas tem uma coisa que podemos e devíamos sempre fazer: é nos divertir juntos.
Na verdade isso deveria ser a parte fácil.
Dave, Couples Retreat
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Declaração 1
Não quero perdê-la, não posso perder você.
É a razão de eu estar aqui, a razão de eu ter feito isso.
É a razão de eu ter me feito de idiota.
Eu falhei. Totalmente. E isso não me incomoda.
O que me incomoda é que falhei com você e não farei isso novamente.
Jason, Couples Retreat
domingo, 5 de setembro de 2010
Six Smiles
Like do you know she has six smiles? One when something really makes her laugh. One when she's making plans. One when she is laughing out of politeness. One when she is uncomfortable. One when she is making fun of herself. And one when... she's talking about her friends.
Pete
Win a Date with Tad Hamilton
sábado, 28 de agosto de 2010
Amor Sobrenatural
Agora eu podia apreciá-lo. Podia ver cada linda linha do seu rosto perfeito, de seu corpo longo e impecável, cada ângulo e cada superfície dele. Podia sentir seu cheiro puro e vívido em minha língua e sentir a maciez inacreditável de sua pele de mármore sob meus dedos sensíveis.
Tudo nele era novo, uma pessoa diferente, enquanto nossos corpos se enrroscavam graciosamente em um só. Sem prudência, sem restrições. Podíamos amor juntos - ambos participantes ativos. Finalmente iguais.
Uma parte muito pequena de minha mente refletiu sobre o interessante enigma apresentado por aquela equação. Eu nunca ficaria cansada, nem ele. Não precisaríamos recuperar o fôlego nem descansar, comer; não tínhamos nenhuma necessidade mundana comum. Ele tinha o corpo mais lindo e mais perfeito do mundo, e eu o tinha todo para mim, e não parecia que um dia fosse chegar a um ponto em que pensasse: Agora já chega por hoje. eu sempre iria querer mais. E o dia nunca terminaria. Então, numa situação daquelas, como iríamos parar?
Não me incomadava nada não ter uma resposta.
Amanhecer, pg 369
Bella Swan
Tudo nele era novo, uma pessoa diferente, enquanto nossos corpos se enrroscavam graciosamente em um só. Sem prudência, sem restrições. Podíamos amor juntos - ambos participantes ativos. Finalmente iguais.
Uma parte muito pequena de minha mente refletiu sobre o interessante enigma apresentado por aquela equação. Eu nunca ficaria cansada, nem ele. Não precisaríamos recuperar o fôlego nem descansar, comer; não tínhamos nenhuma necessidade mundana comum. Ele tinha o corpo mais lindo e mais perfeito do mundo, e eu o tinha todo para mim, e não parecia que um dia fosse chegar a um ponto em que pensasse: Agora já chega por hoje. eu sempre iria querer mais. E o dia nunca terminaria. Então, numa situação daquelas, como iríamos parar?
Não me incomadava nada não ter uma resposta.
Amanhecer, pg 369
Bella Swan
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
O vazio sem você
Só você é mais importante do que eu queria, do que eu precisava. O que eu quero e preciso é ficar com você, e sei que nunca serei forte o bastante para partir de novo. Tenho desculpa demais para ficar... Felizmente!
O certo e o errado deixaram de significar grande coisa para mim; ia volta de qualquer modo. Lutava para suportar uma única hora. Ero só uma questão de tempo... e não muito... para eu aparecer em sua janela e implorar que me recebesse de volta. Eu imploraria com prazer agora, se assim você quisesse.
Antes de você, minha vida era uma noite sem lua. Muito escura mas havia estrelas... Pontos de luz e razão... E depois você atravessou meu céu como um meteoro. De repente tudo estava em chamas; havia brilho, havia beleza. Quando você se foi, quando o metoro caiu no horizonte, tudo ficou negro. Nada mudou, mas meus olhos ficaram cegos pela luz. Não pude mais ver as estrelas. E não havia mais razão para nada.
Não existem distrações para esse agonia. Meu corção não batia havia anos, mas isso era diferente. Era como se meu coração não estivesse ali... Como se eu estivesso oco. Como se eu estivesse deixado com você tudo o que havia aqui dentro.
Lua Nova, pg 365
Edward Cullen
O certo e o errado deixaram de significar grande coisa para mim; ia volta de qualquer modo. Lutava para suportar uma única hora. Ero só uma questão de tempo... e não muito... para eu aparecer em sua janela e implorar que me recebesse de volta. Eu imploraria com prazer agora, se assim você quisesse.
Antes de você, minha vida era uma noite sem lua. Muito escura mas havia estrelas... Pontos de luz e razão... E depois você atravessou meu céu como um meteoro. De repente tudo estava em chamas; havia brilho, havia beleza. Quando você se foi, quando o metoro caiu no horizonte, tudo ficou negro. Nada mudou, mas meus olhos ficaram cegos pela luz. Não pude mais ver as estrelas. E não havia mais razão para nada.
Não existem distrações para esse agonia. Meu corção não batia havia anos, mas isso era diferente. Era como se meu coração não estivesse ali... Como se eu estivesso oco. Como se eu estivesse deixado com você tudo o que havia aqui dentro.
Lua Nova, pg 365
Edward Cullen
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Lágrimas
Jamais desconsidere a maravilha das suas lágrimas. Elas podem ser águas curativas e uma fonte de alegria. Algumas vezes são as melhores palavras que o coração pode falar.
A Cabana, pg 212
William P. Young
A Cabana, pg 212
William P. Young
sábado, 7 de agosto de 2010
O Perdão
Perdoar não significa esquecer. Significa soltar a garganta da outra pessoa.
O perdão não estabelece um relacionamento. Você não vê que o perdão é um poder incrível, um poder que você compartilha conosco, um poder para que a reconciliação possa crescer.
O perdão existe em primeiro lugar para aquele que perdoa, para libertá-lo de algo que vai destruí-lo, que vai acabar com sua alegria e capacidade de amar integral e abertamente.
A Cabana, pg 209
William P. Young
O perdão não estabelece um relacionamento. Você não vê que o perdão é um poder incrível, um poder que você compartilha conosco, um poder para que a reconciliação possa crescer.
O perdão existe em primeiro lugar para aquele que perdoa, para libertá-lo de algo que vai destruí-lo, que vai acabar com sua alegria e capacidade de amar integral e abertamente.
A Cabana, pg 209
William P. Young
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
As expectativas
Eu nunca tive expectativas com relação a você nem a ninguém. A idéia por trás disso exige que alguém não saiba o futuro ou o resultado e esteja tentando controlar o comportamento do outro para chegar ao resultado desejado. Os humanos tentam esse controle principalmente por meio das expectativas. Eu o conheço e sei tudo sobre você. Por que teria uma expectativa diferente daquilo que já sei? Seria idiotice. E, além disso, como não a tenho, vocês nunca me desapontam.
A Cabana, pg 192
William P. Young
A Cabana, pg 192
William P. Young
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Falsa segurança
Falando de modo simples, religião, política e economia são ferramentas terríveis que muitos usam para sustentar suas ilusões de segurança e controle. As pessoas têm medo de incerteza, do futuro. Essas instituições, essas estruturas e ideologias são um esforço inútil de criar algum sentimento de certeza e segurança onde nada disso existe. É tudo falso!
A Cabana, pg 166
William P. Young
A Cabana, pg 166
William P. Young
segunda-feira, 26 de julho de 2010
O verdadeiro tamanho dos medos
A escuridão esconde o verdadeiro tamanho dos medos, das mentiras e dos arrependimentos. A verdade é que eles são mais sombra do que realidade, por isso parecem maiores no escuro. Quando a luz brilha nos lugares onde eles vivem no seu interior, você começa a ver que o que são realmente.
A Cabana, pg 161
William P. Young
A Cabana, pg 161
William P. Young
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Submissão e amor
Os relacionamentos verdadeiros são marcados pela aceitação, mesmo quando suas escolhas não são úteis nem saudáveis. Esta é a beleza deste relacionamento. Nós somos de fato submetidos uns aos outros, sempre fomos e sempre seremos. Submissão não tem a ver com autoridade e não é obediência. Tem a ver com relacionamentos de amor e respeito. Na verdade somos igualmente submetidos a você.
A Cabana, pg 132
William P. Young
A Cabana, pg 132
William P. Young
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Medos inventados
A pessoa que vive dominada pelos menos não encontra liberdade no meu amor. Não estou falando de medos racionais, ligados a perigos reais, e sim de medos imaginários, e especialmente da projeção desses medos no futuro. A medida que dá lugar a esses medos, você não acredita que eu sou bom, nem sabe, no fundo do seu coração, que eu o amo. Você pode até falar disso, mas não sabe.
A Cabana, pg 130
William P. Young
A Cabana, pg 130
William P. Young
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Confiança
Você deve desistir de seu direito de decidir o que é bom e ruim e escolher viver apenas em mim. É um comprimido difícil de engolir. Para isso você deve me conhecer o bastante, a ponto de confiar em mim e aprender a se entregar à minha bondade inerente.
A Cabana, pg 123
William P. Young
A Cabana, pg 123
William P. Young
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Amor e respeito
Lembre-se das muitas vezes em que escolheu se sentar no chão para facilitar um relacionamento, para honrá-lo. Você não brinca com uma criança ou colore uma figura com ela para mostrar sua superioridade. Pelo contrário, você escolhe se limitar para facilitar e honrar o relacionamento. Você é capaz de perder uma competição como um ato de amor. Isso não tem nada a ver com perder ou ganhar, e sim com amor e respeito.
A Cabana, pg 97
William P. Young
A Cabana, pg 97
William P. Young
sábado, 3 de julho de 2010
Fé
Há ocasiões em que optamos por acreditar em algo que normalmente seria considerado absolutamente irracional. Isso não significa que seja mesmo irracional, mas certamente não é racional. Talvez exista a supra-racionalidade: a razão além das definições normais dos fatos ou da lógica baseado em dados. Algo que só faz sentido se você puder ver uma imagem maior da realidade. Talvez seja aí que a fé se encaixe.
A Cabana, pg 61
William P. Young
A Cabana, pg 61
William P. Young
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Curas e feridas
Acho que, assim como a maior parte das nossas feridas tem origem em nossos relacionamentos, o mesmo acontece com as curas, e sei que quem olha de fora não percebe essa benção.
A Cabana, pg 12
William P. Young
A Cabana, pg 12
William P. Young
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Preconceito machista
Nós homens somos uns pobres criados dos preconceitos. Em compensação, quando uma mluher resolve dormir com um homem não há barreira que não salte, nem fortaleza que não derrube, nem consideração moral nenhuma que não esteja disposta a vara de lado a lado: não há Deus que velha.
Amor nos tempos do cólera, pg 406
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 406
Gabriel García Márquez
quarta-feira, 16 de junho de 2010
E o amor?
É incrível como se pode ser tão feliz durante tantos anos, no meio de tanto bate-boca, tantas cheteações, porra, sem saber de verdade se isso é amor ou não.
Amor nos tempos do cólera, pg 365
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 365
Gabriel García Márquez
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Saudade
A cada instante lhe vinham à mente as tantas perguntas cotidianas que só ele podia reponder. Certa vez ele diserra algo que ela não podia conceber: os amputados sentes dores, câibras, cócegas, na perna que não tem. Assin se sentia ela sem ele, sentindo que ele estava onde não mais se encontrava.
Amor nos tempos do cólera, pg 346
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 346
Gabriel García Márquez
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Coração grande
Pode-se estar apaixonado por várias pessoas ao mesmo tempo, por todas com a mesma dor, sem trair nenhuma. O coração tem mais quartos que uma pensão de putas.
Amor nos tempos do cólera, pg 334
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 334
Gabriel García Márquez
sábado, 29 de maio de 2010
O Casamento
O problema do casamento é que se acaba todas as noites depois de se fazer amor, e é preciso tornar a reconstruí-lo todas as manhãs antes do café.
Amor nos tempos do cólera, pg 259
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 259
Gabriel García Márquez
sábado, 15 de maio de 2010
Vida conjugal
O problema da vida pública é aprender a dominar o terror, o problema da vida conjugal é aprender a dominar o tédio.
Amor nos tempos do cólera, pg 261
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 261
Gabriel García Márquez
terça-feira, 11 de maio de 2010
Esperança da mentira
Ele não tinha feito o que ela esperava com a alma por um fio, e era que ele negasse tudo até a morte, que se indignasse com a calúnia, que cagasse aos gritos nesta sociedade filha da mãe ordinária que não tinha o menor escrúpulo em pisotear a honra alheia, e que se mantivesse imperturbável mesmo diante de provas mais demolidoras da sua deslealdade: como um homem.
Amor nos tempos do cólera, pg 339
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 339
Gabriel García Márquez
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Sua intensidade
Tudo nela era grande e intenso: suas coxas de sereia, a pele a fogo brando, os seis atônitos, as gengivas diáfanas de dentes perfeitos, e todo seu corpo irradiava um vapor de boa saúde que era o cheiro humano dela.
Amor nos tempos do cólera, pg 300
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 300
Gabriel García Márquez
domingo, 25 de abril de 2010
Vitória
Eu sou o que você é.
Eu sou solidão em busca de companhia.
Eu sou um homem em busca de uma mulher. A mãe dos meus filhos.
Eu quero alguém pra dividir o mistério que é essa vida.
E mais do que tudo: eu quero casar vom você!
Porque eu tenho certeza que vai ser a melhor coisa que eu já fiz na minha vida.
Pedro.
A Mulher Invisível
Eu sou solidão em busca de companhia.
Eu sou um homem em busca de uma mulher. A mãe dos meus filhos.
Eu quero alguém pra dividir o mistério que é essa vida.
E mais do que tudo: eu quero casar vom você!
Porque eu tenho certeza que vai ser a melhor coisa que eu já fiz na minha vida.
Pedro.
A Mulher Invisível
segunda-feira, 19 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Confições
Quando estávamos casados, eu fui terrível. Me comportei mal, fui errado, e foram os melhores momentos que já tive.
Você apostou em mim. Você me fez querer apostar em mim mesmo.
Sabe... durante muito tempo eu apenas tentava agradar todo mundo... e por não tentar agradar você. Eu acho que eu voltei a ser eu mesma, outra vez.
Joy e Jack
What Happens in Vegas
Você apostou em mim. Você me fez querer apostar em mim mesmo.
Sabe... durante muito tempo eu apenas tentava agradar todo mundo... e por não tentar agradar você. Eu acho que eu voltei a ser eu mesma, outra vez.
Joy e Jack
What Happens in Vegas
quarta-feira, 7 de abril de 2010
A forma mais desejada
Vamos pensar nas mulheres por um minuto.
Suas formas... pescoço... ombros... pernas... quadris... são lindos...
Já o seu famoso... pênis.
O pênis parece mais com uma estranha... bizarra... lesma marinha, como um dedão comprido.
Ora, é útil, até importante, clinicamente seu desenho sexual, mas ser o primeiro da lista dos desejados... eu acho que não.
Nosso primeiro impulso é beijar. O que? Beijar os lábios.
Firmes e deliciosos. Lábios, doces lábios. Emoldurando uma boca enorme. Uma boca profunda.
Isso é o que todos querem beijar. Não um dedo. Não uma lesma. Uma boca.
E porque será? Porque a boca... é a irmã gêmea, a réplica quase perfeita...
de que? Não de um dedo. A boca é a irmã gêmea... acima de tudo... da vagina.
E todos as criaturas, grandes ou pequenas, procuram o orifício, a abertura que os receberá, envolvendo,
escorregadio, esmagando em um amor verdadeiro. Poderoso e envolvente.
Não, o conceito que te interessa do significado do simbolismo do poder, se for o topo do Everest, esqueça.
O fundo do mar, a lua, as estrelas, não existe lugar nenhum, que foi objeto de mais ambição, mais batalhas,
do que o doce, mistério secreto entre as pernas da mulher... que me orgulho de chamar de... minha buceta.
Esse foi meu jeito indireto de dizer que as mulheres... são de fato a forma mais desejada.
Gigli
Suas formas... pescoço... ombros... pernas... quadris... são lindos...
Já o seu famoso... pênis.
O pênis parece mais com uma estranha... bizarra... lesma marinha, como um dedão comprido.
Ora, é útil, até importante, clinicamente seu desenho sexual, mas ser o primeiro da lista dos desejados... eu acho que não.
Nosso primeiro impulso é beijar. O que? Beijar os lábios.
Firmes e deliciosos. Lábios, doces lábios. Emoldurando uma boca enorme. Uma boca profunda.
Isso é o que todos querem beijar. Não um dedo. Não uma lesma. Uma boca.
E porque será? Porque a boca... é a irmã gêmea, a réplica quase perfeita...
de que? Não de um dedo. A boca é a irmã gêmea... acima de tudo... da vagina.
E todos as criaturas, grandes ou pequenas, procuram o orifício, a abertura que os receberá, envolvendo,
escorregadio, esmagando em um amor verdadeiro. Poderoso e envolvente.
Não, o conceito que te interessa do significado do simbolismo do poder, se for o topo do Everest, esqueça.
O fundo do mar, a lua, as estrelas, não existe lugar nenhum, que foi objeto de mais ambição, mais batalhas,
do que o doce, mistério secreto entre as pernas da mulher... que me orgulho de chamar de... minha buceta.
Esse foi meu jeito indireto de dizer que as mulheres... são de fato a forma mais desejada.
Gigli
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Claro ou sim?
- Está comigo?
- Claro.
- Claro ou sim?
- É a mesma coisa.
- Não, não é a mesma coisa. Veja, se mandasse arrastar meu sofá, diria claro.
Mas se pedisse pra olhar fundo nos meus olhos... e dizer do fundo do seu coração...
pra te dar prazer chupando seu pau por doze horas... eu presumo que diria sim.
É outro nível de comprometimento.
- Faça a pergunta novamente.
- Certo, você está comigo?
- Sim.
Gigli e Ricki
- Claro.
- Claro ou sim?
- É a mesma coisa.
- Não, não é a mesma coisa. Veja, se mandasse arrastar meu sofá, diria claro.
Mas se pedisse pra olhar fundo nos meus olhos... e dizer do fundo do seu coração...
pra te dar prazer chupando seu pau por doze horas... eu presumo que diria sim.
É outro nível de comprometimento.
- Faça a pergunta novamente.
- Certo, você está comigo?
- Sim.
Gigli e Ricki
terça-feira, 30 de março de 2010
Nascimento constante
Os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.
Amor nos tempos do cólera, pg 205
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 205
Gabriel García Márquez
sábado, 20 de março de 2010
Esposa não corrompida
Jamais compreendera como umas roupas de penitente tinham podido dissimular os ímpetos daquela potranca xucra que o desnudou sufocada pelo própria febre, como não podia fazer com o esposo para que não a considerasse uma corrompida, e que tratou de saciar num só assalto a abstinência férrea do luto, como o estouvamento e a inocência de cinco anos de fidelidade conjugal. [...]
- Adoro você porque você me tornou puta.
Amor nos tempos do cólera, pg 186,188
Gabriel García Márquez
- Adoro você porque você me tornou puta.
Amor nos tempos do cólera, pg 186,188
Gabriel García Márquez
quarta-feira, 10 de março de 2010
Uma labareda nas sombras da alcova
Por fim o doutor pediu à doente que sentasse, e lhe abriu a camisola até a cintura com mil cuidados: o peito intacto e altivo, de bicos infantis, resplandeceu um instante feito uma labareda nas sombras da alcova, antes que ela se apresasse a ocultá-lo com os braços cruzados.
Amor nos tempos do cólera, pg 147
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 147
Gabriel García Márquez
domingo, 28 de fevereiro de 2010
O artifício do coração
Era ainda jóvem demais para saber que a memória do coração elimina as más lembranças e enaltece as boas e que graças a esse artifício conseguimos suportar o passado.
Amor nos tempos do cólera, pg 134
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 134
Gabriel García Márquez
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Um bilro de querubim
Ao contrário do que fazia crer sua corpulência, tinha um bilro de querubim que parecia um botão de rosa, mas isto devia ser um defeito afortunado, porque as pássaras mais experientes se disputavam a sorte de dormir com ele, e seus alaridos de esfaqueadas abalavam as fundações do palácio e faziam tremer de espanto seus fantasmas. Diziam que usava uma pomada de veneno da víbora que excitava a sela turca das mulheres, mas ele jurava não dispor de recursos diferentes daqueles que Deus lhe havia dado.
Amor nos tempos do cólera, pg 84
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 84
Gabriel García Márquez
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Sina de Maníaco-Depressivo
Quando ele descobre que foi/está maníaco, ele fica depressivo. Somente quando algum fato novo o faz ver que sua atitude não é maníaca, ele se liberta da depressão.
Neiva Carvalho
Neiva Carvalho
sábado, 30 de janeiro de 2010
Começar de novo
Rogou a Deus que lhe concedesse ao menos um instante para que ele não partisse sem saber quanto o amara por cima das dúvidas de ambos e sentiu a premência irresistível de começar a vida com ele outra vez desde o começo para que disessem tudo que tinham ficado sem dizer, e fizessem bem qualquer coisa que tivessem feito mal no passado. Mas teve que render-se à intrasigência da morte.
Amor nos tempos do cólera, pg 64
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 64
Gabriel García Márquez
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Rancores
É claro que o incidente lhes deu a a oportunidade de evocar outros arrufos minúsculos de outras tantas manhãs perturbadas. Uns ressentimentos mexeram em outros, reabiram cicatrizes antigas, tranformando-nas em feridas novas, e ambos se assustaram com a comprovação desoladora de que em tantos anos de luta conjugal não tinam feito mais do que postergar rancores.
Amor nos tempos do cólera, pg 41
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 41
Gabriel García Márquez
domingo, 10 de janeiro de 2010
O valor da sabedoria
Coisa bem diferente teria sido a vida se ambos se tivessem sabido a tempo que era mais fácil contornar as grandes catástrofes matrimoniais do que as misérias minúsculas de cada dia. Mas se alguma coisa haviam aprendido juntos era que a sabedoria nos chega quando já não serve para nada.
Amor nos tempos do cólera, pg 39
Gabriel García Márquez
Amor nos tempos do cólera, pg 39
Gabriel García Márquez
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