Mas talvez o principal ensinamento seja o mais simples e por isso o mais valioso: aquela família perfeita do comercial de margarina não existe. Isso quer dizer que você não deve ficar comparando sua existência com aquilo que parece ser a vida ideal. Não estrague sua relação familiar estabelecendo padrões impossíveis para ela. Toda família tem suas limitações, suas dificuldades.
texto Rafael Tonon
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
domingo, 19 de outubro de 2008
Show de Colbie
Tudo que eu vejo é o seu rosto, tudo que eu preciso é o seu toque
me acorde com os seus lábios, venha até mim de cima...
Eu me lembro do seu jeito, você dançando nos meus sonhos.
Me atingindo mais forte com todos os seus sorrios,
você é loucamente dócil no jeito de beijar.
Magic, Colbie Caillat
me acorde com os seus lábios, venha até mim de cima...
Eu me lembro do seu jeito, você dançando nos meus sonhos.
Me atingindo mais forte com todos os seus sorrios,
você é loucamente dócil no jeito de beijar.
Magic, Colbie Caillat
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Depois de tudo
"Eu costumava pensar que eu ganhava mais no final de tudo
Mas o que eu tenho?
Realmente?
Algum dinheiro no bolso.
Alguns bons trabalhos. Um belo carro à disposição.
E eu estou solteiro.
Não dependo de ninguém. Livre como um pássaro.
Ninguém depende de mim.
Minha vida à mim mesmo.
Mas eu não tenho nenhum pouco de paz interior.
E se você não tem isso, você não tem nada.
Então... o que restou?"
Jude Law como Alfie
Mas o que eu tenho?
Realmente?
Algum dinheiro no bolso.
Alguns bons trabalhos. Um belo carro à disposição.
E eu estou solteiro.
Não dependo de ninguém. Livre como um pássaro.
Ninguém depende de mim.
Minha vida à mim mesmo.
Mas eu não tenho nenhum pouco de paz interior.
E se você não tem isso, você não tem nada.
Então... o que restou?"
Jude Law como Alfie
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Soneto de Neruda
Não te amo como se fosse rosa de sal, topázio
Ou a flecha de cravos que atiram fogo.
Eu amo você como certas coisas obscuras são para serem amadas,
Em segredo, entre a sombra e a alma.
Eu amo você como a planta que nunca floresce,
Mas que carrega em si a luz de flores escondidas;
Graças ao seu amor por uma certa fragrância,
Que sai da terra, morando escondida em meu corpo.
Eu amo você sem saber como, ou quando, ou de onde.
Eu amo você completamente, sem complexos ou orgulho;
Então eu amo você porque não conheço mais nada a não ser isso.
Então isso: onde eu estou não existe, nem você,
Tão perto que sua mão, em meu peito, é minha mão,
Tão perto que seus olhos fechados é como se eu caísse no sono.
Soneto 17 - Livro "100 Love Sonnets" - Pablo Neruda
Ou a flecha de cravos que atiram fogo.
Eu amo você como certas coisas obscuras são para serem amadas,
Em segredo, entre a sombra e a alma.
Eu amo você como a planta que nunca floresce,
Mas que carrega em si a luz de flores escondidas;
Graças ao seu amor por uma certa fragrância,
Que sai da terra, morando escondida em meu corpo.
Eu amo você sem saber como, ou quando, ou de onde.
Eu amo você completamente, sem complexos ou orgulho;
Então eu amo você porque não conheço mais nada a não ser isso.
Então isso: onde eu estou não existe, nem você,
Tão perto que sua mão, em meu peito, é minha mão,
Tão perto que seus olhos fechados é como se eu caísse no sono.
Soneto 17 - Livro "100 Love Sonnets" - Pablo Neruda
Minha definição
"Descobri que minha obsessão por cada coisa em seu lugar, cada assunto em seu tempo, cada palavra em seu estilo, não era o prêmio merecido de uma mente em ordem, mas pelo contrário, todo um sistema de simulação inventado por mim para ocultar a desordem da minha natureza. Descobri que não sou disciplinado por virtude, e sim como reação contra a minha negligência; que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez, que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado e sempre penso o pior, que sou conciliador para que não sucumbir às cóleras reprimidas, que só sou pontual para que ninguém saiba como pouco me importa o tempo alheio. Descobri, enfim, que o amor não é um estado da alma e sim um signo do zodíaco."
Memória das Minhas Putas Tristes (pg. 74),
Gabriel Garcia Marquez.
Memória das Minhas Putas Tristes (pg. 74),
Gabriel Garcia Marquez.
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