Ele não tinha feito o que ela esperava com a alma por um fio, e era que ele negasse tudo até a morte, que se indignasse com a calúnia, que cagasse aos gritos nesta sociedade filha da mãe ordinária que não tinha o menor escrúpulo em pisotear a honra alheia, e que se mantivesse imperturbável mesmo diante de provas mais demolidoras da sua deslealdade: como um homem.
Amor nos tempos do cólera, pg 339
Gabriel García Márquez
terça-feira, 11 de maio de 2010
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